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terça-feira, 16 de junho de 2015

Resignação

resignação, ou ainda aceitação, na espiritualidade, na conscientização e na psicologia humana, geralmente se refere a experienciar uma situação sem a intenção de mudá-la. A aceitação não exige que a mudança seja possível ou mesmo concebível, nem necessita que a situação seja desejada ou aprovada por aqueles que a aceitam. De fato, a resignação é freqüentemente aconselhada quando uma situação é tanto ruim quanto imutável, ou quando a mudança só é possível a um grande preço ou risco. Aceitação pode implicar apenas uma falta de tentativas comportamentais visíveis para mudar, mas a palavra também é utilizada mais especificamente para um sentimento ou um estado emocional ou cognitivoteórico. Então, alguém pode decidir não agir contra uma situação e ainda assim não ter se aceitado-a.

A aceitação é contrastada com a resistência, mas esse termo tem fortes conotações políticas e psicoanalíticaque não são aplicáveis em muitos contextos. Às vezes, a aceitação é usada com noções de espontaneidade: "Mesmo se uma situação indesejável da qual não poderei escapar ocorrer comigo, eu ainda posso espontaneamente escolher aceitá-la."

Por grupos ou por indivíduos, a aceitação pode ser de vários eventos e condições no mundo; as pessoas também podem aceitar elementos de seus próprios pensamentos, sentimentos ou passados. Por exemplo, o tratamento psicoterapeutico de uma pessoa com depressão ou ansiedadepoderia envolver a aceitação das circunstâncias pessoais que geraram aqueles sentimentos, sejam elas quais forem, ou pelos sentimentos em si. (A psicoterapia também poderia envolver a diminuição da resignação de uma pessoa em relação a várias situações.)

Noções de aceitação são proeminentes em muitas fés e práticas de meditação. Por exemplo, a primeira nobre verdadedo Budismo, "a vida é sofrimento", convida as pessoas a aceitarem que o sofrimento é uma parte natural da vida.

Reconhecer os poderes maiores e imutáveis; não cometer o vandalismo da teoria que emprega a interpretação que, regras naturais devam ser ignoradas em prol da composição lógica da teoria, ou que regras naturais devam ser violadas para mudarem de forma artificial (apenas na interpretação da concepção) a regra natural em questão.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Matrix

Merovingian: Oh God, my God, Persephone how could you do this, you betrayed me! Nom de Dieu de putain de bordel de saloperie de couille de merde! [Trans: Name of God of whore of brothel of filth of testicle of shit]
Persephone: Cause and effect, my love.
Merovingian: Cause? There is no cause for this, what cause?
Persephone: What cause? How about the lipstick you're still wearing?
Merovingian: Lipstick? Lipstick? What craziness you are talking about woman, there is no lipstick. 
Persephone: She wasn't kissing your face, my love.
Merovingian: Ai-ai-ai-ai-ai-ai, woman, this is nothing, c'est rien, c'est rien du tout. [Trans: This is nothing, this is nothing at all] It's a game, it is only a game.
Persephone: So is this. Have fun.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Como deixar de gostar ou esquecer alguém?

por Andre Lima

Será que é possível eliminar esse sofrimento e "deixar de gostar ou esquecer"? Sim, certamente. Vou explicar como. Mas é preciso entender melhor o que é esse suposto gostar de alguém.

O fato de gostar ou de amar alguém jamais poderá gerar sofrimento, pois esses são sentimentos bons. Ninguém sofre de dor de amor, por que amar não dói. A dor é provocada por sentimentos de rejeição, abandono e outros que são ativados quando há uma separação ou impossibilidade de se relacionar com alguém.

Por isso, é muito importante fazer essa distinção. O que as pessoas querem não é deixar de gostar ou esquecer alguém como elas pensam. O que elas precisam, na verdade, é curar os sentimentos negativos de rejeição e abandono que foram acionados. Esses sentimentos surgem devido à carência emocional.

A carência vem desde a infância. A criança aprende a amar a si mesma a partir do amor que ela recebe dos pais e adultos próximos. Para a criança desenvolver bem a sua autoestima, ela precisa receber amor (na forma de carinho, atenção, elogio, proteção etc..) de forma suficiente e adequada. Quando ela recebe tudo isso, torna-se um adulto seguro que aprendeu a amar a si mesmo sem depender de fontes externas pra isso.

Só que não é isso o que ocorre com a maioria das pessoas. Por uma série de razões que não vai dar pra eu aprofundar nesse texto, as crianças acabam não recebendo a nutrição emocional da forma que necessitam e assim não conseguem desenvolver plenamente o seu amor-próprio e sua autoestima é afetada.

Fica, então, uma sensação de que falta algo. A carência emocional é justamente esse sentimento de falta. A pessoa não amadurece plenamente e continua com um mecanismo infantil de buscar completar o que falta dentro dela em outras pessoas. Quanto maior a carência, menor a autoestima e mais a pessoa tenderá a buscar conforto em outras pessoas e relacionamentos, tornando-se dependente emocionalmente. A pessoa só consegue se sentir em paz, feliz e completa quando está se relacionando.

O sofrimento, o apego, os sentimentos de abandono, rejeição e fracasso, no término do relacionamento, serão proporcionalmente mais intensos quanto maior for a carência emocional e quanto pior for a autoestima de uma pessoa.

A carência fica menos evidente quando a pessoa está se relacionando. Suas necessidades emocionais estão sendo supridas e a pessoa tem a sensação de estar bem temporariamente. Quando o relacionamento acaba, toda a lacuna emocional vem à tona, provocando grande sofrimento.

Para acabar com esse sofrimento, a pessoa fica pensando na outra, desejando retomar o relacionamento para aliviar seus sentimentos de rejeição e abandono. O que, na verdade, parece amor é apenas uma dependência emocional; é a manifestação da própria carência. Até que o tempo passa, a pessoa tende a buscar outro relacionamento onde ela vai fazer a mesma projeção em outra pessoa, buscando nela tudo o que falta em si, e assim, vai se sentir melhor novamente.

A forma mais eficiente então de "esquecer" ou de "deixar de gostar de alguém" é através da cura dos sentimentos de rejeição, abandono, decepção, fracasso e outros que emergem depois do relacionamento.

Além disso, é importante também curar sentimentos de rejeição e abandono que ficaram no histórico emocional em relacionamentos anteriores e também na infância, pois eles são a base da carência emocional. É o que fazemos ao aplicar a EFT. Assim a autoestima da pessoa é restaurada e ela tem de volta sua paz interior e independência emocional.